quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Cuiabá ganha mais 02 faixas exclusivas de ônibus

02/09/2015 -G1

 Mais duas faixas exclusivas para o tráfego do transporte coletivo em Cuiabá começaram a funcionar nesta segunda-feira (31). As faixas para os coletivos ficam na Avenida Tenente Coronel Duarte (Av. da Prainha), no trecho entre a praça Bispo Dom José até a Av. Mato Grosso, e na Av. Mato Grosso até a Av. Prainha. As outras faixas exclusivas da capital ficam nas avenidas Getúlio Vargas e Isaac Póvoas.


Segundo levantamento da Semob, nos trechos onde funcionam as novas faixas exclusivas circulam diariamente 211 carros numa faixa de três quilômetros. Por hora passam pelos trechos 126 carros e, por dia, são realizadas 1.441 viagens. No sentido centro-bairro estão instaladas quatro paradas de ônibus e no sentido bairro-centro, mais cinco.

As vias receberam sinalização horizontal e também vertical, com placas indicando que a faixa é exclusiva para ônibus de segunda a sexta-feira, das 6h às 20h, e aos sábados, das 7h às 14h.

Segundo a Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (Semob), a partir desta terça-feira (1º) os agentes de trânsito deverão intensificar o monitoramento das vias e ainda a orientação aos motoristas.

A partir da próxima semana, o condutor que desrespeitar a faixa vai cometer infração de trânsito, informou a Semob. Conforme alterações no Código de Trânsito que entraram em vigor há um mês, trafegar na faixa exclusiva à direita é considerada infração gravíssima e sujeita a multa de R$ 191,54. O carro poderá ser apreendido e o motorista ainda poderá perde 7 pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

Outras faixas
A primeira faixa exclusiva para ônibus foi implantada em setembro de 2013, com início na Av. Isaac Póvoas e término na Av. Generoso Ponce com a Av. Prainha. A segunda começou a funcionar em abril do ano passado na Av. Getúlio Vargas, entre a praça Alencastro e a rua Estevão de Mendonça, próximo ao Choppão.

Informações: G1 MT

sexta-feira, 19 de junho de 2015

Recarga poderá ser feita através do celular em Cuiabá e Várzea Grande

19/06/2015 - A Gazeta - MT

Os usuários do transporte público de Cuiabá e Várzea Grande poderão recarregar seu cartão transporte através de um aplicativo de celular. O lançamento do sistema será nesta segunda-feira (22).

A Associação Mato-grossense dos Transportes Urbanos (MTU) e a MFS (joint-venture da MasterCard Worldwide com a Telefonica International) firmaram parceria e lançarão na região metropolitana o Vivo Zuum, que vai garantir maior facilidade na recarga do Cartão TEM Transporte. Conforme a MTU "O mecanismo irá proporcionar maior flexibilidade nas formas de recarga do cartão, uma vez que o comando de recarga para os portadores do Cartão Zuum poderá ser feito via celular".

Cuiabá e Várzea Grande são as primeiras cidades brasileiras a adotarem essa parceria com a Zuum para recarga de Cartão Transporte pelo celular. A demonstração do novo sistema de recarga do Cartão Transporte será feita no dia do lançamento.

Sobre a Zuum

Criada em junho de 2012, a Zuum é uma joint-venture entre MasterCardWorldwide e Telefonica International. A empresa desenvolve soluções para pagamento móvel através de uma conta corrente no celular, que possibilita a realização de pagamentos de contas e transferências de dinheiro por meio de um smartphone e o uso de um cartão pré-pago com bandeira MasterCard para compras e saques. Presente fisicamente em São Paulo, Sergipe, Minas Gerais, Bahia, Rio Grande do Sul e agora em Mato Grosso. (Com assessoria de imprensa da MTU)

sábado, 18 de abril de 2015

Transporte coletivo deve ser licitado após definição do VLT em Cuiabá

15/04/2015 - G1 MT

Apesar de o contrato com as concessionárias do transporte coletivo ser 'precário', já que o prazo expirou em 2012, a licitação para o serviço em Cuiabá deve ser realizada após a definição das obras do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT). De acordo com o prefeito da capital, Mauro Mendes (PSB), as linhas de ônibus devem ser alteradas completamente quando o metrô de superfície estiver em operação.


As empresas que operam no transporte coletivo da capital venceram uma licitação realizada em 2004, na gestão do então prefeito Roberto França Auad. O prazo desse contrato expirou em 2012 e depois foi prorrogado até junho de 2019.


A obra do VLT está parada desde o ano passado por falta de pagamento por parte do governo do estado, segundo o consórcio de empresas responsável pela execução do projeto, e ainda não tem data para ser retomada, tão menos para ser concluída.

"No primeiro semestre deste ano, queremos concluir o edital para licitar o transporte coletivo, ma

s vamos aguardar a definição do governo do estado em relação ao VLT para colocar o edital na praça", afirmou o prefeito. Segundo ele, as eventuais alterações da obra devem ser colocadas no edital de licitação. "A entrada ou não do VLT muda profundamente o sistema de transporte, as linhas, o trajeto e a quilometragem rodada", disse.
O VLT deve percorrer as principais avenidas da Grande Cuiabá, ligando o Aeroporto Marechal Rondon, em Várzea Grande, região metropolitana da capital, ao bairro CPA e o outro entre o Coxipó e o Centro de Cuiabá. As linhas de ônibus devem estar interligadas às do VLT. A previsão é que haja um sistema de transporte coletivo integrado.


No entanto, o prefeito pontuou que, dependendo do prazo para a definição do VLT e se houver demora, a licitação deverá ser realizada. "Temos um contrato e a sua renovação está sendo questionada na Justiça. Por isso, estamos trabalhando para lançar esse edital", afirmou. O VLT deveria ter ficado pronto até a Copa do Mundo, em junho do ano passado, mas até agora não


Em janeiro, Mendes reajustou o valor da tarifa e, no mesmo momento, criou essa comissão composta por representantes da Secretaria de Mobilidade Urbana, do Instituto de Planejamento e Desenvolvimento e da Procuradoria Geral do Município.


O grupo tem o prazo de seis meses para entregar um estudo de viabilidade técnica e jurídica para fazer uma nova licitação, na modalidade concorrência pública, para melhoria o serviço de transporte coletivo na capital. 


sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Sistema BRT é descartado em Cuiabá

03/11/2013 - Diário de Cuiabá

Apesar de ter realizado alterações no projeto aprovado no ano passado por meio do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) 2 Mobilidade Urbana, o prefeito de Cuiabá, Mauro Mendes (PSB), descartou qualquer possibilidade de implantação do Bus Rapid Transit (BRT) na Capital.

O modal seria utilizado como alternativa e faria a ligação com o sistema que está sendo implantado pelo governo do Estado visando à Copa de 2014: o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT).

O socialista afirma que a medida foi descartada devido à capacidade de endividamento do município. "Acreditamos que o município precisa de ações mais urgentes, por isso, demos prioridade a outros projetos", pontua.

Conforme levantamento interno Palácio Alencastro, a prefeitura tem apenas R$ 250 milhões de capacidade de endividamento. Para garantir a implantação do BRT, seria necessário um financiamento de aproximadamente R$ 80 milhões, o que comprometeria aproximadamente 30% do montante.

Mendes já solicitou ao Tesouro Nacional um estudo acerca da capacidade do município de contrair novas dívidas, contudo, ainda não obteve resposta. Ao todo, o PAC Mobilidade Urbana disponibilizou R$ 7 bilhões a 75 cidades. Cuiabá ficaria com R$ 130 milhões, dos quais 50% seriam a fundo perdido e 50% por meio de financiamento.

A ideia de implantar o BRT como via alternativa ao VLT foi do ex-prefeito Chico Galindo (PTB). A proposta chegou a ser encaminhada ao Ministério das Cidades e foi incluída no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) da Mobilidade Urbana junto com mais dois projetos.

Em abril deste ano, entretanto, Mendes descartou a possibilidade, vindo a reconsiderá-la em junho, após promessa da presidente Dilma Roussef (PT) de liberação de R$ 50 bilhões para investimentos em mobilidade urbana para todo o país.

O novo modal contemplaria o trecho que liga o futuro Parque de Exposições, na saída para Santo Antônio do Leverger, até a avenida Fernando Corrêa da Costa, onde haverá um terminal do VLT.

O chefe do Executivo municipal, todavia, achou melhor apostar suas fichas no asfalto. "O que é melhor para a população cuiabana? Asfaltar todos esses bairros que nunca tiveram asfalto na vida, ou implantar duas linhas de BRT? Acredito que o asfalto é muito mais urgente", avalia.

Cuiabá continua inscrita, apesar disso, no PAC 2, segunda e terceira etapas, que prevêem o acesso a R$ 150 milhões e R$ 80 milhões, respectivamente. A intenção de Mendes com estes recursos é asfaltar 100% dos bairros da Capital.

Caso a cidade seja contemplada, contrairá uma dívida de R$ 233 milhões, uma vez que os recursos serão liberados por meio de financiamento. O recurso contribuirá com o programa Novos Caminhos, que vem promovendo a pavimentação de diversas ruas.

VLT – Enquanto Mendes descarta a ideia do BRT, o governador Silval Barbosa (PMDB) "sonha alto" em relação à implantação do modal que lhe cabe. Apesar de já ter admitido que o VLT pode não ficar totalmente pronto para receber os jogos do Mundial de futebol, o peemedebista já estuda a possibilidade de ampliar as linhas.

Conforme ele, a medida deve ser adotada caso o Estado consiga ter acesso a mais recursos. "Se houver recursos a fundo perdido, vamos buscar ampliar o VLT, talvez para a Avenida dos Trabalhados ou para o Pedra 90", afirma.

Por Kamila Arruda
Informações: Diário de Cuiabá

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Prefeito de Cuiabá descarta implantar BRT

04/11/2013 - Só Notícias/Gazeta Digital

Capacidade de endividamento da cidade foi o principal motivo para decisão

Projeto descartado do BRT em Cuiabá.
créditos: Divulgação

Mesmo com as alterações no projeto, aprovado no ano passado pela segunda etapa do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) para Mobilidade Urbana, o prefeito de Cuiabá, Mauro Mendes (PSB), que estava no impasse para a implantação do Bus Rapid Transit (BRT), anunciou que o mesmo não está mais em discussão.

O chefe do Executivo municipal descartou a possibilidade de implantação do modal e afirmou melhorias no setor de infraestrutura da cidade. "O projeto é interessante, mas a capacidade de endividamento do município dificulta. Cuiabá precisa de ações mais urgentes, como asfalto, por exemplo, melhor estrutura de ônibus e pontos de ônibus, ruas e calçadas".

O BRT seria utilizado como alternativa, fazendo ligação com o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), que está sendo implantado pelo governo do Estado para a Copa do Mundo do ano que vem. Segundo o prefeito, para que o BRT fosse implantado seria necessário um financiamento de R$ 80 milhões. O município tem R$ 250 milhões de capacidade de endividamento, o que comprometeria aproximadamente 30% do montante.

Mendes disse também que a prefeitura fará investimentos nos transportes públicos. "Com o VLT pronto, não podemos ter ônibus de baixa qualidade. Mesmo que o município não tenha condições de implantar o BRT, veremos outros meios de colocar um transporte de qualidade para a capital".

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sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Em Cuiabá, Avenida Getúlio Vargas será a próxima a ter corredor exclusivo para ônibus e táxis

02/10/2013 - Midia News

A Prefeitura de Cuiabá está ampliando paulatinamente o número de avenidas que terão corredores exclusivos de ônibus e táxis na Capital. A próxima área a ter a medida implantada será a Avenida Getúlio Vargas. A Secretaria Municipal de Trânsito e Transporte Urbano (SMTU) dará início à implantação ainda em outubro deste ano.


O estacionamento do lado direito das vias, assim que conclusa a faixa exclusiva, ficará proibido – e os veículos que forem flagrados trafegando pelo local serão multados e até mesmo guinchados.

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Está já é a segunda etapa da via exclusiva. A primeira foi feita na Avenida Isaac Póvoas, em setembro.

Durante os primeiros dias da instalação do corredor exclusivo, os agentes de trânsito (amarelinhos) realizarão um trabalho de orientação aos motoristas.

A medida visa a reduzir o tempo dos usuários dentro do transporte coletivo e desafogar o trânsito na capital, já que aumenta a velocidade do tráfego nas vias. Atualmente, um ônibus trafega em média a 15 km/h.

Por Michel Alvim
Informações: Midia News

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

VLT desativará um terço das linhas em Cuiabá

18/08/2013 - Diário de Cuiabá 

Secopa contratou empresa para diagnosticar quais linhas serão extintas e para estabelecer valores da tarifa do novo modal

Por Joanice de Jesus

Com a implantação do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), cerca de um terço das linhas de ônibus de Cuiabá e Várzea Grande será extinta, conforme a estimativa do Sindicato dos Trabalhadores do Transporte Coletivo. O presidente da entidade, Ledevino Conceição, diz que a categoria está se preparando para o impacto e a expectativa é que as empresas aproveitem os profissionais nas linhas alimentadoras ou em outras funções.

Juntas, as duas cidades possuem 130 rotas, das quais 93 estão na Capital. Para o sindicato, mais de 40 vão deixar de existir a partir da implantação do novo modal. "Deverão ser desativadas principalmente as linhas troncos, àquelas que rodam nos eixos como André Maggi/Pantanal, CPA/Centro, Tijucal e Osmar Cabral/Centro", comentou Ledevino. "Vão ficar as alimentadoras, que são aquelas que fazem pequenos percursos, ou seja, saem dos bairros e vão até o terminal do VLT", acrescentou.

Segundo Ledevino, a categoria vem se preparando para os impactos. Porém, ele acredita que não haverá desempregos. "Os motoristas serão reaproveitados nas linhas alimentadoras, que deverão ser criadas", disse.

Ele lembra que a preparação atinge, inclusive, 250 cobradores que hoje estão atuando em outras funções, como vendedores de cartão transporte e no setor administrativo. "Hoje, eles estão no processo de retirar carteira (de habilitação)", informou.

SECOPA - Contratada pela Secretaria Extraordinária para a Copa (Secopa), a Oficina Engenheiros Consultores Associados LTDA irá fazer o estudo de planejamento da rede de transporte coletivo em Cuiabá e Várzea Grande. Entre outros itens, o levantamento vai mostrar quais as linhas do atual sistema se integrarão aos terminais do modal Veiculo Leve sobre Trilhos (VLT). O trabalho também apontará as alterações nas rotas e quais trajetos serão desativados.

Assessor especial de Mobilidade Urbana da Secopa, Rafael Detoni, reconhece que alterações ocorrerão. Porém, garante que não existe nenhum problema nos coletivos trafegarem nas avenidas como a Fernando Corrêa da Costa e a Historiador Rubens de Mendonça (CPA), por onde irão passar os trilhos do VLT.

"Falar que não vai ter mais ônibus na Fernando Corrêa (por exemplo) é totalmente inviável. Algumas linhas vão passar pelo corretor do VLT. O cidadão tem que ter a opção de fazer a integração ou fazer a ligação direta, única. O que vai deixar de existir é esse comboio de ônibus. O VLT substituirá o grande número de linhas sobrepostas ", explicou.

O estudo vai fazer uma espécie de raio "X" do setor. O objeto final será a nova rede de transporte coletivo (ônibus e VLT), com dados operacionais dos dois sistemas como frota, frequência das viagens, quilometragem dos ônibus e trens do VLT, grade horária do novo modal, a oferta de trens durante a semana, feriado e fins de semana e o custo de operação do transporte coletivo. "Vai dar uma racionalidade do sistema. A rede tem que ser eficiente do ponto de vista operacional e do usuário", comentou.

Detoni esclarece ainda que para o cálculo da tarifa, a empresa vai trabalhar com parâmetros legais, ou seja, serão levados em conta critérios como gratuidade e número de passageiros integrados.

O prazo para conclusão do estudo é de 90 dias. Após, será encaminhado para a Agência de Desenvolvimento Metropolitana, formada por Estado e municípios, que subsidiada pelo levantamento, será responsável por definir como a nova rede será operada na região e por fixar o valor da tarifa, a forma como ser aplicada – se ônibus e VLT terão valores distintos ou unificados.

A expectativa é que com o novo sistema, a cobertura nos bairros em Várzea Grande melhore. "A alimentações dos bairros é ruim. Hoje, há muita reclamação", reconhece o secretário Especial da Prefeitura Municipal, Roldão Lima Júnior, que integra a Câmara Temática de Mobilidade Urbana da Secopa.

Segundo ele, o município e a Agência Extraordinária fazem gestão junto ao Governo Federal, em Brasília, para que seja disponibilizada uma área próxima ao Aeroporto Marechal Rondon. A intenção que o atual terminal André Maggi seja transferido para a região do aeroporto, onde será construído um terminal do VLT.

Fonte: Diário de Cuiabá